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ROTEIRO DE ATIVIDADES DE LÍNGUA PORTUGUESA E GEOGRAFIA 8º ANO

LÍNGUA PORTUGUESA

Tema/Título da AtividadeArtístico literário/ Vamos contar um conto?

O que vocês entendem por conto?

Sabem apontar alguma diferença entre o conto e outras narrativas?

Quais contos vocês já ouviram? Quem contou e qual conto foi? Já leram algum conto?

Se sim, onde foi? Na escola, em casa ou em outro lugar?

Para realizar a atividade 1, vamos relembrar as características do conto e seus elementos.

Elabore um conto. Para isso, organize o planejamento do texto:

  1. Quem é o narrador da história? Ele narra em terceira ou em primeira pessoa?
  2. Quem são as personagens? Como elas se caracterizam?
  3. Onde a história acontece? Como é o cenário?
  4. Quando a história acontece?
  5. O enredo está nítido? O que acontece no início, no meio e no final da história?

COMPARTILHANDO SUA PRODUÇÃO: Exponha o conto que você produziu para seus familiares e para seus amigos, mas antes não se esqueça de revisar o seu texto. Para isso: Os leitores entenderão a história da forma como está escrita? Há erros de convenção de escrita (ortografia, acentuação gráfica e outros)? E a pontuação?

Para lembrar: O conto é???
-Narrativa curta  -Um único conflito.  -Há poucos personagens -O tempo e o espaço são reduzidos ao essencial -O enredo (a sequência de ações pelas quais os personagens passam) é marcado pela existência de um único acontecimento relevante. -Os contos apresentam apenas um clímax (aquele momento de maior tensão da narrativa).

GEOGRAFIA

Tema/Título da Atividade: Corporações e organismos internacionais e do Brasil na ordem econômica mundial.

Primeiro momento: Questão disparadora: 01-  Você sabe qual a porcentagem que a cidade de Bauru trata seu esgoto?

Resposta: Segundo dados mais recentes apenas 10% do esgoto na cidade de Bauru é tratado, os outros 90% é jogado em córregos e rios da cidade sem qualquer tratamento. 

Saneamento básico na América latina.

 A América Latina abriga 36 países e uma população de cerca de 517 milhões de habitantes. Apresenta vasta diversidade cultural, física, econômica e na distribuição dos recursos hídricos. Reflexo do acelerado processo de urbanização, a América Latina conta com 389 milhões de habitantes em áreas urbanas, dos quais 10% ainda não possuem água potável em suas residências e 14% não dispõem de solução adequada para os efluentes líquidos.

 O Brasil, com índice de cobertura da ordem de 90% em relação aos serviços de abastecimento de água, em áreas urbanas, ainda enfrenta grandes desafios para a universalização dos serviços básicos de saneamento, devido principalmente as características dos déficits, concentrados na periferia das grandes cidades e nos pequenos municípios dispersos no país. Para o Brasil vencer este desafio, estima-se que sejam necessários recursos da ordem de US$40 bilhões, em dez anos. Na América Latina este número pode chegar a U$150 bilhões.


 Os serviços de saneamento básico são essenciais para o bem-estar físico da população, com fortes impactos no meio ambiente. Definimos saneamento básico como sendo um conjunto de atividades de abastecimento de água, coleta e disposição de esgotos, havendo, no entanto, alguns autores que incluem ainda o lixo nesta categoria, mas que não enfocaremos neste trabalho.

 A América Latina abriga 36 países e uma população de cerca de 517 milhões de habitantes numa faixa territorial que se estende desde o México até a Argentina, incluindo o Chile no extremo sul do Continente Americano e apresenta vasta diversidade cultural, física, econômica, como também na distribuição dos recursos hídricos.

 O Brasil, com de cerca de 8,5 milhões Km2,é o maior país da América Latina (e o quinto país do mundo em extensão territorial), seguido da Argentina (2,8 Km2) e do México (2,0 milhões Km2). A Tabela 1apresenta dados de alguns países mais representativos da América Latina em termos de população e de geração do Produto Interno Bruto(PIB). Observa-se que o grau de urbanização atinge mais de 80% na Argentina, na Venezuela, no Chile e no Brasil, acarretando os problemas usualmente associados, com índices baixos de desenvolvimento humano em algumas regiões dos países. Cerca de 30% da população total da América Latina vivem em cidades com mais de 1 milhão de habitantes, apresentando grandes concentrações, da ordem de mais de 10 milhões de habitantes, em cidades como Buenos Aires, México e São Paulo.

 Tabela 1 – Dados de Países Representativos de América Latina

PAÍSESPOP. TOTAL
2000
POP. URBANA
2000
(%) TASA DEURBANIZACIÓN% PIB América Latina
BRASIL170.115.008138.303.48881,3025,93
ARGENTINA37.032.00033.291.76889,9013,87
CHILE15.211.30013.036.08485,703,27
VENEZUELA24.170.00021.003.73086,906,44
PERU25.661.00018.681.20872,802,78
COLOMBIA42.299.30031.259.18473,904,30
GUATEMALA11.385.3004.519.96439,701,06
MÉXICO97.966.00072.886.70474,4031,49
TOTAL423.839.908332.982.13078,5689,14
AMÉRICA LATINA516.543.418388.975.69875,30100,00

Fonte: World Bank

No Brasil estão concentrados 33% da população total da América Latina, dos quais 138 milhões de habitantes vivem em áreas urbanas. Com o segundo maior PIB da América Latina e um contingente populacional da ordem de 170 milhões de habitantes, o Brasil ainda se insere entre aqueles países que necessitam fortemente combater a pobreza e as desigualdades. Tal constatação pode ser observada, a partir do Gráfico 1que apresenta, de forma agregada, para os países indicados, a evolução da pobreza mensurada por indicadores como cobertura de serviços de saneamento, acesso à educação e saúde, entre outros, nas duas últimas décadas:

Fonte: CEPAL

 Em relação aos serviços de saneamento básico, da Comisión Económica para América Latina y el Caribe -CEPAL indicam que, na América Latina mais de 92 milhões de pessoas não possuem acesso a água segura e mais de 128 milhões de pessoas não possuem serviços de esgotamento sanitário adequado. Em áreas urbanas estes números atingem cerca de 39 milhões e 54 milhões de pessoas, respectivamente. A Tabela 2 ilustra os índices de atendimento com serviços de água e esgoto em alguns países da América Latina. Observa-se que o Chile encontra-se próximo à universalização. De forma geral, apesar das diversidades, os índices refletem uma proximidade da cobertura, em termos relativos, embora os déficits em termos populacionais sejam ainda significativos.

Tabela 2 – América Latina – Cobertura de Saneamento Basico (%)

PAISES
(
Amostragem)
AGUA URBANOAGUA RURALESGOTO URBANOESGOTO RURALAGUA
TOTAL
ESGOTO TOTAL
BRASIL955485408777
ARGENTINA853089487985
CHILE996698939497
VENEZUELA885875698474
PERU875190407776
COLOMBIA987398769185
GUATEMALA978890409285
MÉXICO946387327373
AMÉRICA LATINA905786448275

Fonte: Banco Mundial

 Convém destacar que os dados de cobertura apresentados, na tabela acima, referem-se à porcentagem da população total atendida por serviços de fontes de abastecimento de água ou destinos finais de esgoto sanitário adequados sanitariamente. Se consideramos somente a população atendida por meio de redes de distribuição e redes coletoras, os índices serão inferiores aos apresentados (a exemplo do Brasil onde dados oficiais indicam a cobertura de cerca 78% da população total com rede geral de distribuição de água e 47% da população total atendida com rede coletora de esgoto).


 SANEAMIENTO BÁSICO NO BRASIL

 O Brasil detém em torno de 13% dos recursos hídricos superficiais do planeta, porém a disponibilidade hídrica de suas bacias hidrográficas não acompanha a distribuição espacial da população urbana, situação que caracteriza grande diversidade, com reflexos nas desigualdades regionais e, consequentemente nas carências dos serviços de saneamento básico no país. As bacias menos densas, como a da Amazônica, a do Tocantins, a do Parnaíba e a do Paraguai detêm 83% dos recursos hídricos disponíveis, enquanto que as regiões mais densamente urbanizadas estão localizadas nas bacias dos rios Paraná e Costeiras do Sul e Sudeste, as quais detêm somente 12% dos recursos hídricos e abriga uma população de 54% do total do país.

 No Brasil, o setor de saneamento básico é um dos principais usuários de recursos hídricos, representando cerca de 20% do total dos usos das águas superficiais, cujo principal insumo é a água bruta. Esta utilização reveste-se de uma particularidade importante, na medida em que implica em mudança substantiva na qualidade das águas utilizadas. A condição privilegiada do Brasil em quantidade disponível de recursos hídricos levou durante muito tempo à ideia de abundância deste recurso natural, o que gerou uma cultura de uso abusivo de rios e lagos, sobretudo quanto a captar água bruta e devolver para os corpos hídricos esgotos domésticos, na grande maioria dos casos, sem tratamento adequado.

 O Mapa 1 apresenta a distribuição territorial dos 26 Estados Brasileiros e um Distrito Federal e as regiões Norte, Nordeste, Sudeste, Centro-Oeste e Sul. Sobreposto, apresenta-se também as principais bacias hidrográficas – dos rios Amazonas, Tocantins, Parnaíba, São Francisco, Paraguai, Paraná, Uruguai e as Bacias Costeiras.

Mapa 1 Distribução Territorial dos 26 Estados Brasileiros.

 A cobertura dos serviços

Nas últimas décadas foram significativos os incrementos verificados na oferta dos serviços de saneamento básico, em áreas urbanas no Brasil, elevando consideravelmente os índices de atendimento destes serviços, conforme se verifica na tabela 3 abaixo.

  • Tabela 3 – Evolução da Cobertura dos Serviços de Água e Esgotos no Brasil (%)
Año19601970198019902000
Abastecimiento de Agua
Domicilios urbanos – red de distribución41,860,579,286,389,8
Domicilios totales – red de distribución    77,8
Esgotamiento Sanitario
Domicilios urbanos – red de colecta26,022,237,047,956,0
Domicilios totales – red colectora    47,2

Fonte: IBGE, Censos Demográficos 1960,1970, 1980, 1990 e 2000.

 Observa-se ainda, que o percentual médio de cobertura com abastecimento de água à população urbana é relativamente elevado, com salto apreciável, desde o ano de 1960, não obstante o acréscimo de 106 milhões de habitantes urbanos no período. Isto indica que, em quadro décadas, cerca de 114 milhões de novos usuários foram incluídos em sistemas públicos de abastecimento de água no Brasil. O Gráfico 2 apresenta a evolução dos serviços, comparativamente ao crescimento da população urbana.  Entretanto, registra-se que para o Brasil atingir a desejável universalização dos serviços persiste, ainda, uma demanda não atendida, especialmente nos extratos sociais de mais baixa renda, que habitam as periferias das grandes cidades, nos municípios menores e, sobretudo, na área rural. Esta demanda atinge 9,9 milhões de domicílios brasileiros sem os serviços de abastecimento de água, por redes públicas, e cerca de 23,6 milhões que não estão conectados às redes coletoras de esgotos. Considerando que em muitos domicílios brasileiros a adoção de fossa séptica é uma solução adequada, o déficit em esgotamento sanitário passa para 16,9 milhões de domicílios.

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