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ROTEIRO DE ATIVIDADES DE ARTE E HISTÓRIA 9º ANO

ARTE

MOMENTO1- RODA DA CONVERSA: RELEMBRANDO

Olá, alunos! No roteiro passado, vimos um pouco sobre gêneros teatrais.

Drama: Neste gênero literários, o narrador conta a história enquanto os atores encenam e dialogam por meio das personagens.

Cinema: Tecnicamente falando, o cinema acontece quando uma série de imagens impressas alinhadas em sequência, chamadas de fotogramas, é projetada de forma rápida e sucessiva.

Grupos teatrais: Giramundo teatro de bonecos, grupos teatrais Sin Sangre.

MOMENTO 2- ELEMENTOS   DO TEATRO

Quando pensamos em uma peça de teatro, ás vezes, só nos vêm à mente o texto, os atores e a história, mas, em uma peça teatral, existem outros elementos, como:

•    Personagens

•    Adereços

•    Figurinos

•    Cenário

•    Iluminação

•    Sonoplastia

•    Maquiagem

•    Visagismo

MOMENTO 3-  CENÁRIO, ILUMINAÇÃO, SONOPLASTIA, FIGURINO, ADEREÇOS, MAQUIAGEM

                                                  CENÁRIO

No cenário, temos elementos agrupados que transformam o espaço onde vai acontecer a cena. Pode ser convencional ou não convencional, e é diferente do espaço de cena, que pode ser um teatro, uma rua, uma praça ou na sala de aula. É o que colocarmos em algum espaço de cena, que foi escolhido e que vai colaborar no trabalho de encenação dos atores para a construção de atuação da peça teatral.

É, portanto, um processo de criação e construção do acontecimento teatral no seu aspecto espacial e da imagem cênica.

Escolha o seu cenário! - Oversonic Music Para sua construção, utilizam-se materiais   diversificados e elementos, como cor, luz, forma, linha e volume, para solucionar esteticamente as necessidades poéticas apresentadas pelo espetáculo. Não é somente um elemento de enfeite de cena, sãos objetos   essenciais e que precisam ser pensados junto à história a ser apresentada, e precisa aparece no decorrer de todo o trabalho de dramatização.

Hoje projetos cenográficos são expandidos para além da cena, como os cenários de filmes e novelas.

ILUMINAÇÃO

Serve para dar mais foco e ênfase aos objetos no cenário e pode esclarecer relações entre o ator e os objetos. É, pois, um conjunto de luzes usadas nas apresentações teatrais e este também ajuda a transmitir emoções e sensações, como o dia e a noite.

Como a maioria dos elementos de cenário está parada, as luzes ajudam a produzir um efeito mais marcante.

SONOPLASTIA

É o conjunto de sons e efeitos sonoros provenientes de músicas, ruídos, vozes, e outras fontes e formas sonoras criados para uma atividade artística, e que ajuda a enfatizar as cenas e as emoções dos atores e das próprias cenas.   Ajuda também a envolver o público em emoções e sensações. Mesa De Som Sonoplastia Áudio - Foto gratuita no Pixabay

Toda sonoridade deve conversar com o que acontece na cena; por isso, o sonoplasta, que, que é o profissional que trabalha com esta linguagem, deve estudar o texto e depois acompanha-lo passo a passo.

O sonoplasta é o profissional que compõe e faz funcionar os ruídos e sons do espetáculo.

FIGURINO

É todo traje usado pelas personagens em uma atividade artística que pode ser no teatro, cinema, musical, entre outros. Os figurinos e acessórios utilizados em cena devem ser sempre coerentes com a época em que acontece a ação. O figurinista é o profissional responsável pelas roupas e pelos acessórios utilizados na peça teatral.

ADEREÇOS

Adereços são pequenos objetos que fazem parte do cenário ou são usados pela personagem durante a apresentação. Também são conhecidos pelo nome de propriedade teatral e podem ser anéis, máscaras, brincos, colares, pulseiras, relógios, adomos em geral ou também ser os adereços de cabeça, que são chapéus , plumas, tiaras etc..

Aderecista é o profissional que cuida de detalhes de uma peça teatral.

MAQUIAGEM

Maquiagem, maquilhagem ou maquilagem consiste na aplicação de produtos com efeito cosmético de embelezamento ou disfarce. Segue-se, em alguns casos os ditames de moda e com uso de substâncias especialmente destinadas a tal, como Kohl misturado com gordura   animal para repetir moscas e proteger os olhos do sol, utilizado a época de Cleópatra. Os olhos maquilados, com linhas   retas e grossas, eram uma referência ao Deus Hórus que representava proteção, coragem e força.

maquiagem-cleopatra-13 | Loja DudalindaNo antigo Egito, acreditava-se que   a higiene e embelezamento, ter a pele alva, aproximavam-nas dos deuses e as distinguiam das pessoas comuns, permanecendo, essa distinção social, durante séculos.

 A população dos produtos cosméticos e a evolução no processo da maquiagem somente foi possível com a indústria   química e a modernização das cidades isso fez com que houvesse um aumento nesse setor, uma vez que todos passaram a ter acesso a essa rotina de embelezamento pela facilidade e pelos valões acessíveis.

VISAGISMO

Este termo foi criado na década de 1930, pelo maquiador francês Fernand Aubry .A palavra deriva do francês visoge, que significa “ rosto”. Engloba um conjunto de técnicas conceituais, desenvolvidas por meio do estudo dos traços da face, características físicas e psicológicas, únicas de cada indivíduo, apontando o rosto como reflexo da identidade de cada um. Atualmente, a tendência é o contouring, método conhecido por utilizar a técnica de luz e sombra para suavizar as linhas do rosto, fazendo com que o rosto fique mais próxima do formato oval. Essa técnica de luz e sombra na maquiagem já é utilizada há muito tempo no teatro e na TV.

MOMENTO 4- QUESTÕES DISSERTATIVAS (Registrar no caderno de desenho ou caderno com linhas)

  1. O que é cenário?
  2. Se você fosse criar uma peça teatral, qual seria o tema dela? E a personagem principal?

HISTÓRIA

ATIVIDADES PROPOSTAS-
1º Momento: Analisar a manchete
2º Momento: Apresente o texto, imagens, tabelas…
3º Momento: Podem ser as questões objetivas ou de reflexão e etc.  

Ditadura militar no Brasil

[Após o golpe de 1964, um novo período econômico intensificou-se com construções de grandes obras que se espalharam por todas as regiões do país, e no caminho desses projetos inúmeros povos com suas terras, reconhecidas ou não, passaram a ser tratados como obstáculos para o desenvolvimento. (…) A abertura da rodovia Transamazônica BR-230, planejada para cortar o Brasil transversalmente, da fronteira com o Peru até João Pessoa na Paraíba, afetou de maneira trágica 29 grupos indígenas, dentre eles, 11 etnias que viviam completamente isoladas. Projetos como a construção das hidrelétricas de Itaipu e de Tucuruí, no Rio Tocantins, e a criação do maior latifúndio do mundo no norte do Mato Grosso, em terra indígena Xavante, expulsaram centenas de comunidades e provocaram milhares de mortes nas aldeias. A Transamazônica; a BR-174, que liga Manaus a Boa Vista; a BR-210, conhecida com Perimetral Norte; e a BR 163, que liga Cuiabá a Santarém, são estradas que faziam parte do Plano de Integração Nacional (PIN), instituído em 1970, pelo presidente Emílio Garrastazu Médici. (…) Para os governos da ditadura, a realização das obras resolveria a questão indígena, integrando os povos à sociedade nacional. A política indigenista integracionista via na conversão do índio em trabalhador um processo considerado “civilizatório” nos termos do regime. Em 1972, o superintendente da Funai na época, o general Ismarth de Araújo, explicou ao jornal O Estado de S. Paulo que “índio integrado é aquele que se converte em mão de obra” e que essa integração se daria de forma “lenta e harmoniosa”.] Disponível em: http://memoriasdaditadura.org.br/indigenas/index.html Acesso em: 17 de Outubro de 2018 ás 18:50.

Entrevista com Orlando Villas Bôas Filho “O que se designou, sobretudo durante o regime militar, de integracionismo nada mais era do que uma visão etnocêntrica e pragmática que visava assimilar os povos indígenas à sociedade nacional sem se importar se isso acarretaria a perda da identidade cultural deles. (…) quando a Funai foi criada, em 1961, dois modelos de política indigenista se contrapunham no Brasil. O primeiro era o modelo protecionista sustentado pelos irmãos Villas Bôas e por personalidades como Darcy Ribeiro, Noel Nutels etc. O outro era o modelo integracionista que, defendido pelo regime militar, simplesmente subordinava a política indigenista ao programa desenvolvimentista. No modelo integracionista, os povos indígenas eram vistos como entes transitórios, o que tornava natural a pouca importância dada à sua identidade cultural. A Constituição Federal de 88 estabelece uma importante alteração nesse quadro. Ao determinar o reconhecimento à organização social, costumes, línguas, crenças e tradições, e os direitos originários dos povos indígenas sobre as terras que tradicionalmente ocupam, a Constituição institucionalizou certos princípios da política proposta pelos irmãos Villas Bôas, sobretudo o respeito à identidade cultural desses povos.” Disponível em: https://bit.ly/2BpbQ0f Acesso em: 18 de Outubro de 2018 às 21:00. Glossário: Integracionismo: “definido no Estatuto do Índio, com o objetivo principal de integrar todo e qualquer indígena à sociedade majoritária (…) ou seja, com o viés de conferir destinação útil ao índio mediante sua integração à cultura da sociedade envolvente.(…) “ Heemann, T. A. Por uma releitura do direito dos povos indígenas: Do integracionismo ao interculturalismo. Revista de Doutrina e Jurisprudência. 53. Brasília. p. 1-14 . 2017. Disponível em: https://bit.ly/2I7sJCt Acesso em: 11 de fevereiro de 2019. Desenvolvimentismo: “estratégia política de desenvolvimento (…) que visava acelerar o processo de industrialização e superar a condição de subdesenvolvimento do país. (…) O desenvolvimentismo trazia também uma concepção de grandeza nacional como destino. O Brasil, ao ultrapassar seu estágio de subdesenvolvimento, ocuparia uma posição de destaque no mundo, dada a sua riqueza natural, sua extensão territorial e o valor do seu povo.” Verbete CPDOC. Disponível em: https://bit.ly/2Gj6hV7 Acesso em: 11 de fevereiro de 2019. Etnocêntrica: “o etnocentrismo pode ser definido como uma visão de mundo fundamentada rigidamente nos valores e modelos de uma dada cultura; por ele, o indivíduo julga e atribui valor à cultura do outro a partir de sua própria cultura. Tal situação dá margem a vários equívocos, preconceitos e hierarquias, que levam o indivíduo a considerar sua cultura a melhor ou superior.” SILVA, Kalima. V; SILVA, Maciel H. Dicionário de conceitos históricos. São Paulo: Contexto, 2005. P.127. pragmática: “teoria segundo a qual deve-se dar mais importância às consequências práticas de conceitos e conhecimentos do que a seus princípios ou pressupostos teóricos. Consideração das coisas de um ponto de vista prático.” Dicionário Michaellis https://bit.ly/2E3N3QS Acesso em: 11 de fevereiro de 2019

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