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ROTEIRO DE ATIVIDADES DE TECNOLOGIA E PROJETO DE VIDA E SALA DE LEITURA 6º, 7º 8º E 9º ANO

TECNOLOGIA

Como surgiu a Internet?

            Conceitos na Era da Pré-internet

Em 1964, Marshall McLuhan já previa, em seus artigos científicos, que, de alguma maneira, a sociedade estava evoluindo para uma grande comunidade global. O intelectual foi a primeira pessoa a colocar esse conceito no papel e a falar sobre as suas consequências. 

Para ele, um sistema nervoso eletrônico, em que conexões simultâneas permitiriam que todos os cantos do planeta pudessem se comunicar sem barreiras e rapidamente, estava prestes a se formar. Acontecimentos do outro lado do mundo poderiam ser acompanhados como se estivessem acontecendo em um mesmo lugar. 

Mas o canadense não foi o único a pensar desta forma. Em 1926, o croata Nikola Tesla adiantou que o homem inventaria um instrumento de bolso (o celular) que, ligado a redes invisíveis sem fio (a internet wi-fi que conhecemos atualmente), conseguiria se comunicar por longas distâncias. 

A Origem da Internet com a ARPANET

A história da internet está ligada aos primeiros computadores conectados à energia elétrica. Além disso, elas também só existiam em laboratórios científicos para fins profissionais. Não havia fabricantes para venda e distribuição de uso pessoal em grande escala. E só estavam disponíveis em países como Estados Unidos, Inglaterra e França, as nações pioneiras na criação da internet. 

Nos anos 60, em um desses laboratórios, o Departamento de Defesa dos Estados Unidos começou a desenvolver uma rede que interligava computadores. Ela foi chamada de ARPANET (Advanced Research Projects Agency Network). 

Esta rede serviu, sobretudo, a propósito militares. Era uma forma do governo norte-americano se proteger e garantir a fluência das comunicações, caso a Guerra Fria e os momentos posteriores ao evento histórico fossem favoráveis à ascensão da União Soviética. 

A Criação da Internet e o WWW

Então, em 1974, a abreviação do termo provisório internetworking fez com que o termo INTERNET fosse usado pela primeira vez. Mas levou 20 anos para que a internet começasse a se aproximar da complexidade como conhecemos a tecnologia atualmente. 

Na década de 80, uma pesquisa do cientista Tim Berners-Lee resultou na World Wide Web (WWW). Em seu laboratório no CERN, na Suiça, o britânico interligou (link) documentos de hipertexto em sistemas de informação, acessíveis de qualquer ponto daquela rede primitiva.  

Berners-Lee também é o criador do HTML, uma linguagem de marcação usada na criação de sites, e do HTTP, o principal protocolo que estabelece as conexões de internet em todo o mundo. Ele ainda criou o primeiro navegador de internet, o WorldWideWeb (sem espaços), em 1990.  

A Revolução da Internet nos Anos 90 

A partir da metade dos anos 90, a internet foi a responsável por transformar a sociedade. O cotidiano mudou a forma como as pessoas passaram a consumir informação, cultura, serviços, produtos, entretenimento e conhecimento. 

As fronteiras e a distância entre as pessoas diminuíram drasticamente. As relações pessoais, familiares, profissionais e comerciais ficaram cada vez menores, muito mais rápidas. Inclusive, a chegada do e-mail e as trocas de mensagens em tempo real se tornaram praticamente instantâneas. 

A História da Internet na Atualidade

A internet está absolutamente em todo lugar. Além dos computadores, a internet está em aparelhos celulares, dispositivos móveis, videogames, eletrodomésticos e até em relógios inteligentes. E, com um simples aplicativo, é possível controlar praticamente todas as funções desses aparelhos com uma simples conexão sem fio.

Atualmente, são mais de 3,9 bilhões de usuários conectados à rede, mais da metade do total de pessoas do planeta. Em um único minuto, eles:

  • Enviam 6 bilhões de emails;
  • 41 milhões de mensagens no WhatsApp;
  • Fazem 3,8 milhões de pesquisas no Google;
  • Assistem a 4,5 milhões de vídeos no YouTube;
  • Acumulam 695 mil horas de conteúdos assistidos no Netflix

Além disso, plataformas de criação de conteúdo, como WordPress, têm ferramentas tão completas que possibilitam o desenvolvimento de projetos inteiros na rede. Eles podem ser um blog pessoal, um site profissional, um currículo online ou uma loja virtual.  

  1. Você utiliza a internet para quais fins?
  2. Depois da leitura do texto, você sabia da dimensão da internet e sua importancia?

PROJETO DE VIDA

RACISMO

Falar de racismo é sinal que estamos conscientes de que ele existe.
RACISMO: É O câncer dos homens, uma doença que mata com poucas palavras, não é muito silenciosa, mas afeta a alma com olhares que buscam caracterizar o corpo.
O racismo é a falta da visão de várias sociedades pobres, que enraízam nas culturas e nós julgamentos como algo “normal”, e tentar separar dos iguais os diferentes. É uma cultura que se pratica e que apresenta uma falta de inteligência, é andar para trás, na escuridão, acreditando na ignorância de que está iluminado.
Vocês já ouviram fa
lar as expressões?
Mulata,
Denegrir,
Lista negra,
Mercado negro,
Não sou tua nega,
Dia de branco,
Cabelo ruim, pixaim, duro,de bombril,
Serviço de preto,
A coisa tá preta,
Da cor do pecado,
Tem um pé na cozinha,
Inveja branca.

[20:58, 01/07/2020] Ana Cleide ICA: Então! Elas foram criadas para reforçar um mundo cheio de preconceitos e doentes que procuram diminuir uma pessoa pela sua cor, sem analisar que somos muito mais, muito melhor por inteiro, que a pele é apenas uma característica pequena, quando se tem dentro dela um belo homem, que ama sua pátria, sua família, seus amigos na escola e as pessoas que se encontram na rua, com um único amor para todos. RESPEITO.
A proposta de hoje é acabar ou minimizar esta doença chamada racismo e para isso eu preciso de você, de suas atitudes, de suas ideias e de sua confiança.

    Reflexão
  1. Defina o racismo.
  2. Você pratica o racismo ou já viu alguém praticar?
  3. Como se sentiu?
  4. O que você faria diferente hoje?
  5. Por que as pessoas se tornam racistas?
  6. O que podemos fazer para isso não acontecer?
  7. Como você pode levar esse tema para dentro de casa?
    .
  8. Na sua casa você observa allguem aplicando ou desenvolvendo o racismo?
  9. Qual atitude você poderá tomar para a sociedade racista?
  10. Busque na tecnologia e projeto de vida ajuda para essa mudança.
  11. Atividade
    CRIE uma sala de sombras.
    Uma sala com luz direcionada a outro espaço escuro, onde só ficará a entrada de um foco de luz. CRIE imagens para refletir na parede, ( pato, cachorro e outros animais ou objetos que desejar).
    TENTE fotografar algumas de suas criações e poste para a professora.

SALA DE LEITURA

Habilidade: EF67LP28 / EF69LP56 / EF69LP44

Crônica é um gênero literário que aborda assunto vinculado ao cotidiano, narra situações banais sob uma ótica particular e criativa, tem marca de humor. A linguagem da crônica costuma ser coloquial e simples e normalmente são publicadas em jornais, revistas e blogs.

EM CÓDIGO
 Fernando Sabino


 Fui chamado ao telefone. Era o chefe de escritório de meu irmão:

 – Recebi, de Belo Horizonte, um recado dele para o senhor. E uma mensagem meio esquisita, com vários itens, convém tomar nota. O senhor tem um lápis aí?

Tenho. Pode começar.

Então lá vai. Primeiro: minha mãe precisa de uma nora.

Precisa de quê?

De uma nora.

Que história é essa?

Eu estou dizendo ao senhor que é um recado meio esquisito. Posso continuar?

Continue.

Segundo: pobre vive de teimoso. Terceiro: não chora, morena, que eu volto.

Isso é alguma brincadeira.

Não é não. Estou repetindo o que ele escreveu. Tem mais. Quarto: sou amarelo, mas não opilado. Tomou nota?

Mas não opilado – repeti, tomando nota. – Que diabo ele pretende com isso?

Não o sei não senhor. Mandou transmitir o recado, estou transmitindo.

Mas você há de concordar comigo que é um recado meio esquisito.

Foi o que eu preveni ao senhor. E tem mais. Quinto: não sou colgate ,mas ando na boca de muita gente. Sexto: poeira é a minha penicilina. Sétimo: carona, só de saia. Oitavo…

Chega! – protestei estupefato. – Não vou ficar aqui tomando nota disso, feito idiota.

Deve ser carta em código, ou coisa parecida – e ele vacilou: Estou dizendo ao senhor que também não entendi, mas enfim… Posso continuar?

Continua. Falta muito?

Não, está acabando: são doze. Oitavo: vou, mas volto. Nono: chega à janela, morena. Décimo: quem fala de mim tem mágoa. Décimo primeiro: não sou pipoca, mas dou meus pulinhos.

Não tem dúvida, ficou maluco.

Maluco não digo, mas como o senhor mesmo disse, a gente até fica com ar meio idiota…Está acabando, só falta um. Décimo segundo: Deus, eu e o Rocha.

Que Rocha?

Não sei. É capaz de ser a assinatura.

Meu irmão não se chama Rocha, essa é boa!

E, mas que foi ele que mandou, isso foi.

Desliguei, atônito, fui até refrescar o rosto com água, para poder pensar melhor. Só então me lembrei. Haviam-me encomendado uma crônica sobre essas frases que os motoristas costumam pintar, como lema, à frente dos caminhões. Meu irmão, que é engenheiro e viaja sempre pelo interior fiscalizando obras, prometera ajudar-me, recolhendo em suas andanças farto e variado material. E ele viajou, o tempo passou, acabei esquecendo completamente do trato, na suposição de que o mesmo lhe acontecera.

Agora, o material ali estava. Era só fazer a crônica. Deus, eu e o Rocha! Tudo explicado! Rocha era o motorista, Deus era Deus mesmo, e eu, o caminhão.

Atividades:

Leia o texto e responda

  1. Quem telefonou para o narrador?
  2. Por que a mensagem enviada ao narrador era meio esquisita?
  3. Qual era a profissão do irmão do narrador?
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